domingo, 6 de setembro de 2015

GERANDO UM FILHO DE DEUS


“A tristeza segundo Deus não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz morte”.
(II Coríntios 7:10)

Tenho percebido que desde o século passado, à medida que novas gerações vêm surgindo, com o conforto da modernidade à ela disponibilizado, proporcionalmente o Evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo vem sendo banalizado. O Espírito santo já alertou por meio do apóstolo João, à todos que têm acesso a Palavra da Verdade, que, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.

A convicção de pecado é uma das experiências mais raras que os homens têm. Jesus Cristo disse que o Espírito Santo convence o homem do pecado. Quando o Espírito Santo desperta a consciência de uma pessoa e a conduz à presença de Deus, o único relacionamento com que ela se preocupa naquele momento é seu relacionamento com Deus.

Quando uma pessoa se arrepende de seus pecados e é perdoada, a prova de seu perdão é que ela se torna o oposto do que fora. Isso só pode acontecer quando ela declara com sinceridade, pequei! As dores do arrependimento vão de encontro com sua dignidade. Há uma verdadeira colisão dentro de si, que a pessoa começa a lutar contra a morte da velha criatura, uma agonia gerada pelo Espírito Santo, e é justamente nesse ponto que o Filho de Deus é gerado.

Até o arrepender-se é uma dádiva de Deus. O Espírito Santo é quem convence o homem do pecado, então, ninguém se arrepende na hora que bem quiser. A santidade é inconscientemente gerada no coração humano, produzindo uma consciência de pecado tal, que chega a gerar tristeza. É a tristeza segundo Deus, que não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação. Hebreus 10:14 “Porque, por meio de um, único sacrifício, ele aperfeiçoou para sempre os que estão sendo santificados."



Nós não podemos; O  Senhor é quem nos santifica.

sábado, 13 de dezembro de 2014

NOSSA HISTÓRIA

Por Vanderlei do Couto


Tudo quanto sucede é vaidade. (Eclesiastes 11:8)

Falar do presente é fácil, difícil é falar do passado. Não estou me referindo a contar histórias e sim de contar a nossa história com todos os ganhos e perdas. A realidade sobrepuja qualquer fantasia, pois, a vida passa, ela não para. Quem dera pudéssemos cronometrar cada acontecimento, mudar os rumos, satisfazer os sonhos e desejos, dar o fim esperado, mas não é assim que as coisas acontecem! Cheios de preconceitos vivemos, até descobrirmos que tudo é vaidade, sim tudo é efêmero.

Quanta tolice em nome da religião, dos padrões exigidos pelos hipócritas enlameados com suas sujeiras indisfarçáveis, apesar das exaustivas tentativas. Todos os entusiastas deste e de outros séculos tentaram usar a Sagrada Escritura para dar base ás suas teorias egoístas e imaginosas. Acontece que a vida não é feita de teoria, ela é feita de realidade. Realidade indisfarçável, incongruente, dura, rigorosa, que só a sabe quem já viveu o maior pedaço de sua existência.

A vida, se dividida como uma pizza, mostra que todos os pedaços são saborosos, porém, o último, é o mais disputado, o mais almejado, o mais altercado. São polêmicos os momentos cruciais e finais. Ninguém quer deixar esta terra, apesar de saber que tudo é passageiro. Nossa existência é marcada por ganhos e perdas, conquistas e revés. Não dá para contar a história sem dizer o quanto sofremos também. O sofrimento, apesar de não reconhecido, faz parte da vida e só o conhece quem viveu.

Não importa o número de anos, as experiências, os desvelos e enredos, tudo é vaidade. Dizia o pregador: Porque há homem cujo trabalho é feito com sabedoria, e ciência, e destreza; contudo, deixará o fruto do seu labor para ser porção de quem não trabalhou nele; também isso é vaidade e um grande mal (Eclesiastes 2:21).

Pensando no desfecho muitas vezes questionamos: Como viver sabiamente? A resposta é clara: Este é o fim do discurso; tudo já foi ouvido: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é todo o dever do homem (Eclesiastes 12:13).

domingo, 30 de novembro de 2014

A MÁSCARA DO CARÁTER

Por Vanderlei do Couto

Porque do coração procedem os maus pensamentos, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias. (Mateus 15:19)

Nossa nação vive momentos de muita tensão. Há pouco menos de um ano para cá, ouvimos falar de protestos públicos diários principalmente pelas ruas das grandes cidades. O povo reivindica de tudo e ainda há quem que só protesta simplesmente por protestar. São movimentos pacíficos no início, depois contam com a infiltração de vândalos mascarados, os quais transformam ruas em verdadeiras praças de guerra. Feridos, mutilados, mortos engrossam as estatísticas da violência no país. Fica aqui minha pergunta: “Por que as pessoas usam máscaras?” Quereriam elas simplesmente esconder o rosto ou procurariam ocultar algo mais sujo? Tenho comigo que este fato é mais complexo do que se imagina.

Alguém bem intencionado não esconderia jamais o rosto. Trata-se de caráter deturpado, onde pessoas imaginam que máscaras vão esconder tudo o que está por detrás delas, isto é, seus sentimentos, suas frustrações ou até mesmo suas manifestações demoníacas. O coração figura o imo da pessoa, a qual se extravasa quando inserida num grupo. O sentimento de estar junto reivindicando algo justo já seria o suficiente para que um manifestante no seu juízo perfeito se sentisse seguro, mas a necessidade da máscara revela pessoas solitárias no meio da multidão. Solitárias porque são antissociais, porque estão presas em suas próprias pechas, solitárias porque desconhecem o verdadeiro sentido da frase “amor próprio e amor ao próximo”. Disse Jesus: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus” (Mateus 5:8).

Quando Cristo diz isso ao ser humano, é para fazê-lo entender que nEle todos nós temos a possibilidade de sermos limpos de coração. Basta crermos e confessarmos, pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação (Romanos 10:10).

Mas todos nós, com rosto descoberto, refletimos como um espelho a glória do Senhor, e somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor (II Coríntios 3:18).

MÁSCARA NO ROSTO É O REFLEXO DE UM CORAÇÃO EM PROFUNDO DESGOSTO.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

PAGANDO DÍVIDAS

Por Vanderlei do Couto

... e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, (...). (Colossenses 2:14)

Por uma questão de princípio voltei logo ao armazém e paguei o que devia. É, aconteceu de novo, fui às compras sem carteira e sem dinheiro. Lá estava eu olhando para aquela senhora, dona do estabelecimento, dizendo que havia esquecido a carteira de novo, ao que ela prontamente disse-me: pode levar o que quiser e depois o senhor paga. Comprei o necessário, não assinei nada e nem ela anotou nada também, simples assim. Ainda bem que o bom nome ainda funciona em determinadas situações, porém, nem o ser honesto, de boa reputação resolveria o problema da dívida que o homem tinha com o Criador, o Senhor dos céus e da terra.

A Santa palavra garante que Jesus Cristo nos vivificou juntamente com ele, perdoando-nos todos os delitos; e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz; (Colossenses 2:13-15).

A dívida adquirida no armazém foi facilmente desfeita mediante pagamento porém, a dívida da transgressão contra Deus – pecado – jamais poderia ser desfeita não fora o precioso sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Fico estarrecido ao perceber a quão pouca importância o ser humano moderno dá quando o assunto é salvação eterna. Ele se esconde nas religiões e estas por sua vez só pensam no conforto dos prazeres naturais e carnais. Levam o homem a pensar mais no secular do que no eterno.

Certo homem ficou muito satisfeito com a produção de suas terras que decidiu derrubar os celeiros antigos para construir outros maiores e assim poder armazenar toda a produção para viver daquele lucro por muitos dias, ao que Deus lhe disse: Insensato, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus (Lucas 12:16-21).

A dívida já está paga. Só continua com ela quem vive na insensatez.

sábado, 22 de novembro de 2014

NO CORREDOR DA MORTE

Por Vanderlei do Couto

...mas não abriu a boca; como um cordeiro que é levado ao matadouro... (Isaías 53:7)

Americano é libertado após 30 anos no corredor da morte. A CNN divulgou e essa foi a manchete dos principais noticiários. Após passar 30 anos no corredor da morte, em 2014 o americano Glenn Ford, com 64 anos, foi libertado de uma prisão no estado da Louisiana, depois que um tribunal reconheceu que ele não havia participado dos crimes que o levaram a ser condenado à pena capital.

Um dos maiores ressentimentos dele foi o tempo perdido atrás das grades, deixando filhos bebês sem poder acompanhar o crescimento deles que, no momento de sua soltura, já eram homens com famílias constituídas. Imagine quantos pensamentos ocorreram a esse homem durante 30 anos de disputa judicial!

Traçando um paralelo com a narrativa bíblica de Isaías e outros escritores sobre Jesus o unigênito de Deus, homem inocente condenado por crimes que eram decorrentes de mentes doentias e almas invejosas, os quais, no momento da decisão judicial pediram a soltura de Barrabás, ladrão e assassino. A postura de Pôncio Pilatos prefeito da província romana da Judéia entre os anos de 26 e 32 d.C. foi de lavar as mãos, entregando o homem Jesus nas mãos de seus algozes executores.
O profeta Isaías escreveu antecipadamente que Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca; como um cordeiro que é levado ao matadouro, e como a ovelha que é muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a boca.

Quantos pensamentos passaram pela mente do Mestre, sabedor de sua missão, sem porém ter culpa alguma nas acusações de que era vítima. Glenn Ford foi libertado 30 anos depois, Jesus foi libertado ao terceiro dia. Morreu mas ressuscitou!

Sua prisão e condenação foi para nos libertar do poder mortal do veneno chamado pecado. Seu sangue inocente é o antídoto que após dois mil anos continua curando a humanidade do poder algoz da culpa. Agora onde o pecado abundou, superabundou a graça (Romanos 5:20).

Cristo o Cordeiro de Deus
nos livrou do corredor da morte para sempre.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

NÃO HÁ DIFERENÇA

Por Vanderlei do Couto

Vendo um vídeo sobre preconceito bobo, sim, por que preconceito é coisa de tolos, lembrei da minha pretinha, jeito carinhoso que trato minha querida esposa e companheira, com quem tenho a honra de conviver há mais de quarenta anos, sendo que trinta e oito como casados.

Tivemos que enfrentar muito preconceito familiar e social pelos olhares cheios de censura de pessoas que sem nenhum pudor nos julgavam pela aparência. Pois bem, aqui estamos, vencemos os preconceitos e provamos que podemos perfeitamente viver harmoniosamente como uma só pessoa.

Esta é a verdade de Deus, nada pode ser mais claro: Deus não tem prediletos! (Atos 10:34)

domingo, 2 de novembro de 2014

OLHANDO AO REDOR

Por Vanderlei do Couto

(...)Deus fez ao homem reto, mas eles buscaram muitas invenções. (Eclesiastes 7:29)

A humanidade inquieta-se por novos desafios. Vi numa reportagem, que os cientistas da NASA procuram formas de vida em outros planetas. Eles lançaram no espaço um objeto parecido com um satélite de comunicação contendo num disco informações sobre a vida na terra, esperançosos que algum dia alguém o encontre.

Nesse mesmo dia, abri a porta da cozinha à hora do café, minha esposa e minha neta ainda dormiam. Eu, no entanto, já havia feito meus agradecimentos ao Senhor pelo novo dia e também minha caminhada na esteira de meia hora, não mais que isso! Contemplei através da porta a beleza da natureza. Decididamente, parti um pão em vários pedaços, e num gesto costumeiro lançei-os em cima da pequena laje da casa vizinha que fica ao nível da porta. Preparei meu café, assentei-me e aguardei os pássaros, sabia certamente que eles viriam alimentar-se. Vários pássaros desceram até o local e a festa começou. Alguns se alimentavam ali mesmo, outros levavam no bico voando para longe. Observei outro pássaro, este não chegou imediatamente até o alimento. Ficou empoleirado numa ponta de calha por cerca de dois minutos, como se estivesse vigiando a situação da segurança ao redor, só depois desse tempo ele desceu mais um pouco, e tranquilamente saboreou o alimento ali à disposição. Dois pensamentos me envolveram imediatamente! O primeiro foi o fato de lembrar que os homens buscam tantos desafios novos fora do planeta, tentando descobrir novas formas de vida, porém poucos param para ver a beleza da vida que nós temos por aqui, a flora, a fauna, a vida enfim. O segundo pensamento está no pássaro, que a meu ver estava vigiando ao redor e só depois foi até o alimento tranquilamente. Na primeira lição lembramos: “Deus fez ao homem reto, mas eles buscaram muitas invenções”, e na segunda lembramos a palavra de Jesus; “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação”.

Você já falou com Jesus hoje? Pare um pouquinho, olhe ao redor e calmamente alimente-se da sua presença!

domingo, 26 de outubro de 2014

UM VEÍCULO CHAMADO VIDA

Por Vanderlei do couto

Em seguida dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me. (Lucas 9:23)

Não Sofra Mais! Ora, isso nada tem a ver com a verdade dita por Jesus e escrita por alguns dos narradores neo-testamentários! Já dizia o apóstolo Paulo: “Ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema (Gálatas 1:8 e refs.).” E quanto ao aviso do Mestre sobre as aflições do mundo? (João 16:33). Notícias estarrecedoras nos surpreendem diariamente. Vidas inteiras jogadas no lixo pelo descrédito completo naquela pregação, cujas benesses são para alguns enquanto que a maioria se sente excluída.

O Evangelho não exclui os mais fracos – menos favorecidos – o Evangelho de Cristo é de inclusão. Dele são as palavras: “Vocês que andam oprimidos – cansados e enfastiados de religião – venham a mim! Recuperem a vida e aprendam o que estou lhes ensinando, tenham descanso verdadeiro (Mateus 11:28). No destaque, está a declaração pura do evangelho – não precisam fugir do sofrimento – sigam-me, e lhes basta, sigam-me, e lhes ensinarei como agir ao se depararem com situações adversas. Adiantaria ao ser humano ganhar o mundo inteiro, e perder-se ou destruir-se a si mesmo? (Lucas 9:25)

Este veículo chamado vida pertence a Deus. Estamos nele de carona – não pagamos passagem – e quem não paga está desautorizado a dirigi-lo, porém está obrigado a usá-lo com cuidado. Logo prestaremos conta ao nosso Deus, dono e doador da vida. A vida é tão preciosa e frágil, que podemos compará-la à porcelana – um dia terminará! Então o corpo voltará ao pó. O espírito retornará a Deus, que o deu – que primeiramente o soprou (Eclesiastes 12:7). Viver fugindo do sofrimento é o mesmo que caminhar sobre pregos pontiagudos, ser ferido a cada segundo, e não admitir que o sangue – vida – está se esvaindo. A vida não é feita de fuga. Ela é feita de encontro com Aquele que é o Autor, Jesus.

Entregue a direção completa da vida a Jesus, descanse nele.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O MANIFESTO DE JESUS

Por Vanderlei do Couto

Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida. (João 5.24)

Há um clamor angustiador em nós humanos por que queremos ser ouvidos por alguém. Já me disseram e eu passei a observar há muito tempo que, muitas das necessidades nossas não passam de quimeras depois que somos ouvidos por alguém. Queremos ser ouvidos, precisamos de atenção ao que estamos pensando ou passando. Não basta às pessoas saberem que estão representadas em todos os poderes, estes devem por imposição legal ouvi-las em suas necessidades. O interessante é que Jesus também se manifestou num clamor para ser ouvido. No entanto, é bom salientar que seus motivos são diferentes dos nossos.

Quando o ser humano quer ser ouvido, ele está pensando exclusivamente nas próprias necessidades, Jesus, por sua vez, não está pensando exclusivamente em si quando apela para ser ouvido, Ele está pensando nas necessidades da humanidade. A consciência do Mestre era o fato de que Ele não estava aqui por sua própria causa, sendo assim, só podia fazer o que visse o Pai fazer (João 5:19). Que tipo de trabalho Jesus veio executar entre meros mortais? Ele veio manifestar o amor de Deus pela humanidade, dar a vida a quem Ele desejar, julgar nossos pecados e mostrar a importância de darmos honra ao Filho reconhecendo-o como enviado do Pai (João 5:20-23).

O manifesto de Cristo jamais tratou de queixa pessoal. Ele diz: “quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida.” Nestas três afirmações podemos reconhecer o plano de salvação outorgado pelo Pai por intermédio de Jesus Cristo, Senhor e Salvador nosso.

Se você ouve a Palavra de Jesus e crê naquele que o enviou, você possui a vida eterna e seus pecados já foram perdoados.

Desejo pleno de ouvir a Palavra de Jesus deve ser a motivação de nosso clamor.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

A FÉ E A DECISÃO

Por Vanderlei do Couto

Ele veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, ou seja, aos que creem no seu nome. (João 7:1-17 – destaque 11,12 - BKJ)

Crer não é somente aceitar como verdadeiras as afirmações de alguém. Crer é estar fundamentado na verdade absoluta, a Palavra imutável de Deus. Está escrito em Hebreus 11:1: “A fé é a certeza de que haveremos de receber o que esperamos, e a prova daquilo que não podemos ver”.

Se você crê em Cristo como único e supremo Senhor e Salvador de sua alma, Ele se encarrega de acrescentar-lhe a fé para poder decidir e renunciar a si mesmo afim de agradá-Lo. Porém saiba que o mundo sempre vai atrair-lhe para tirar a alegria da salvação eterna. Chamamos isso de ódio cruel que satanás tem contra o Filho de Deus, tentando induzir os escolhidos a desejarem coisas que não percebiam antes no tempo da ignorância, seu propósito único é mudar-lhe o foco, colocando dúdidas no coração, mas saiba que a vitória que vence o mundo é a sua fé. 

O mundo odiava e odeia a Cristo, odeia os cristãos, porque? Cristo proclamava que os separados de Deus estão decaídos (João 3-19,20), Ele denunciava a injustiça, enquanto que os fariseus anunciavam um evangelho de positivismo. Parece que temos algo similar em nossos dias, ou não!? Jesus denunciava a crueldade humana, enquanto que os fariseus um evangelho sem exigência de arrependimento. Ele denunciava a imoralidade humana, os fariseus um evangelho sem exigência de retidão de vida.

A fé não pode estar baseada em experiências; não pode estar baseada em conhecimento de seus ensinos. A fé genuína deve estar baseada em desejar fazer a vontade de Deus. Pela fé, Abraão, no tempo em que Deus o expôs à prova, ofereceu-lhe Isaque como sacrifício; aquele que havia recebido as promessas estava mesmo a ponto de sacrificar seu unigênito.

Crer é estar decidido a obedecer.       



domingo, 5 de outubro de 2014

OLHOS ABERTOS

Por Vanderlei do couto

“..., uma verdade eu sei: eu era cego; agora vejo.” (João 9:25)

Hoje vamos pensar sobre discernimento, ou seja, o estabelecimento de conveniente diferença entre coisas e pessoas, entre o certo e o errado.

Argumentar sobre tal tema, vai muito além das conclusões lógicas. Visão não é só a percepção pelo órgão da vista. Às vezes, a imagem que julgamos enxergar plenamente, não está refletindo em nosso julgamento a realidade dos acontecimentos e, nem mesmo suas causas! Podemos muitas vezes sonhar, ou até mesmo alucinar, imaginando que assistimos a realidade. Daí, somos traídos por nosso julgamento, muitas vezes imprudente.

Jesus, o unigênito de Deus, ora encarnado, conforme narrativa bíblica do evangelho segundo o apóstolo João, capítulo nove, deu vista ao cego, para que este percebesse a realidade da sociedade da qual fazia parte. O homem, antes privado do sentido da visão, teria então a agradável oportunidade de comparar e escolher entre o falso e verdadeiro. Ele precisava finalmente, receber a revelação do Filho de Deus, que faria dele, verdadeiro adorador. 

É o que Jesus continua fazendo até hoje e até a consumação dos séculos. Ele abre nossa visão, trabalhando em Espírito por meio de sua Igreja, para que esta reflita sua glória e mostre ao mundo que só encontrará a paz verdadeira, se este receber a cura, que é a restauração da visão, isto é, do discernimento. 

Você, que percebe ser dotado com o dom do discernimento, como está sua percepção da sociedade em que vive? Está conseguindo discernir, separar, entre o falso e o verdadeiro? Você tem permitido que Jesus seja Senhor nas suas decisões? Tem vivido como um adorador?

Veja no texto bíblico: o homem que teve a visão inaugurada, prostrou-se diante de Jesus e o adorou. (João 9:38) 

Como disse o evangelista e editor americano Dwight Lyman Moody – 1837-1889: “Se queres ser desgraçado, olha para dentro; Se queres andar perplexo, olha em torno; Mas se queres ter paz, olha para cima.”

Jesus, o único que pode manter seus olhos bem abertos.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

VIDA SECA

Por Vanderlei do couto 


Jesus teve fome. E, avistando ao longe uma figueira com folhas, foi verificar se encontraria nela algum fruto. (...)nada encontrou(...) Então a repreendeu: “Nunca mais, coma alguém fruto de ti”. (Marcos 11:12-14)

Você sabe o que significa sub-vida? Todas as vezes que alguém está debilitado na saúde, com algum distúrbio decorrente da subnutrição ou nutrição inadequada, dizemos que tal pessoa está vivendo a sub-vida. Portanto, a sub-vida é decorrente da sub-nutrição. No texto bíblico, a figueira é um exemplo claro de sub-vida ou vida seca.

Numa circunstância normal, a figueira deveria fornecer seus figos para alimentar quem tivesse necessidade, porém, apresentou somente folhas e estas não servem como alimento. A figueira deveria alimentar vidas, mas, ao invés disso, se alimentava da seiva, ocupava espaço no solo, porém não dava fruto. Sua sentença! Jesus mandou que ela secasse.

Muitos são chamados por Deus, porém, poucos são os escolhidos. Dentre os escolhidos, há sempre aqueles que produzem frutos abundantemente, outros, nem tanto. Mas há aqueles que ocupam o mesmo solo, estão juntos e até usam suas credenciais de cristão, mas não produzem. Gostam de alimentar-se entre os demais irmãos, porém, nunca estão dispostos a cooperar na edificação de outras vidas. Não dão frutos, porque simplesmente são egoístas espirituais. A Bíblia fala da sanguessuga, ela tem duas filhas cujos nomes são: “Me dá! e Me dá!”. Assim vivem os egoístas. Aparentam estar muito bem, causam admiração a quem os vê, não estão desnutridos, até bem alimentados! Quando confrontados revelam-se sem amor e respeito à família, são irreconciliáveis, insensatos, desleais, criticam quem está fazendo, em nada cooperam com os demais. Enxergam as falhas alheias, mas não percebem a trave que está em seu próprio olho.

A sentença da figueira é inevitável, pois ela é vista pelo Senhor. Jesus está atento! Se o discípulo não observar atentamente o propósito para o qual o Senhor o colocou em sua lavoura; pode secar de vez!

É QUANDO OS HOMENS SE ESQUECEM DE CRISTO QUE SE SEPARAM UNS DOS OUTROS. J.G. VER E NÃO ERGUER A MÃO PARA AJUDAR É UMA ATITUDE ANTICRISTÃ. D.B. 

domingo, 28 de setembro de 2014

A HORA DE AGIR

Por Vanderlei do Couto 

Paulo ordenou em voz alta: “Apruma-te direito sobre os teus pés!” O homem então, deu um salto e começou a andar. ...a multidão começou a gritar: “Os deuses desceram até nós em forma de seres humanos!” (Atos 14:10,11)

Nem sempre a circunstância propícia demonstra que é a hora certa de agir. Há momentos que nossa atitude tem que ser contrária àquilo que é lógico.

Paulo e Barnabé, passaram um tempo em Icônio, cidade da Ásia menor que serviu de capital da Licaônia. Ali pregaram o evangelho e uma multidão de Judeus e gentios veio a crer. Outros judeus descrentes instigaram os gentios lhes irritando os ânimos contra os irmãos. Conspiraram contra a vida dos pregadores, que apressadamente deixaram a cidade. Foram às cidades Licaônicas de Listra e Derbe. Foi em Listra que ocorreu o milagre com efeito inverso. A multidão teve os pregadores como deuses entre os homens. Não era mais tempo de fugir; a verdadeira mensagem do evangelho e sua finalidade deveriam ser claras e sem oportunismo. 

O que não falta hoje, e em todos os tempos são os oportunistas. A Palavra exorta aos cooperadores da lavoura de Deus: de graça recebestes, portanto, de graça dai. Muitos estão negociando descaradamente os dons espirituais. Os servos do Altíssimo estavam interessados na salvação e libertação das almas cativas do pecado. Estava descartada então a auto-promoção!. No evangelho não há espaço para negociação. Jesus entregou a vida graciosamente; Ele espera que seus discípulos anunciem desinteressadamente sua mensagem. Gente, o evangelho não é “meio de vida, negócio”, é o poder de Deus para a salvação daqueles que creem! Nossa forma de ação pode prejudicar e levar vidas a darem crédito àquilo ou a quem não é digno de crédito. Pode até causar um desgaste desnecessário entre os pregadores da salvação. Paulo e Barnabé, nas duas situações, agiram na hora e circunstâncias certas. Eles foram guiados pelo Espírito de Deus. Tomar atitude na hora errada, pode causar dúvidas, tumultos e até divisões entre as pessoas.

O HOMEM CONSIDERA AS AÇÕES, MAS DEUS LEVA EM CONTA AS INTENÇÕES. D.H.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

ENTÃO ENSINAREI

Por Vanderlei do Couto

Tem piedade de mim, ó Deus, segundo a tua misericórdia; conforme a tua grande clemência, apaga minhas transgressões! Ó Deus meu! Cria em mim um coração puro, e renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me afastes da tua presença, nem tires de mim o teu Santo Espírito! Então ensinarei os teus caminhos aos transgressores, para que os pecadores se voltem também para ti.
Salmos 51:1,10,11,13

Quando nossa palavra será eficaz? Quando o meu então transmitirá vida? A maior frustração dos convertidos a Jesus e batizados na sua morte, é a dificuldade que sentem ao transmitir uma mensagem eficaz. Uma mensagem para que os pecadores se voltem para Deus. Há testemunhos pessoais e também coletivos que mais afastam os descrentes de Deus do que os aproximam. O versículo 13 da leitura proposta, diz: Então ensinarei os teus caminhos aos transgressores, para que os pecadores se voltem também para ti.

Quando o então transmite vida? Primeiro: Quando reconhecemos nossas imperfeições. Só as reconheceremos quando soubermos o desejo de Deus! O profeta Natã ao confrontar a Davi depois de haver ele cometido adultério com Bate-Seba, conseguiu fazê-lo reconhecer suas transgressões, confessando-as e redescobrindo o desejo de Deus. O desejo de Deus é uma ordem. Jesus disse: “Vocês serão meus amigos, se fizerem o que eu lhes ordeno” (João 15:14). A exemplo do rei Davi, necessitamos reconhecer que Deus não se deleita em sacrifícios e oferendas, Ele se agrada de um coração contrito, quebrantado e arrependido. Segundo: Quando entendemos que nossos atos de justiça não nos purificam, e que só o Senhor pode lavar-nos e nos tornar mais brancos do que a neve, certamente desse modo, nossa palavra será eficaz! 

Finalmente: Quando nos abrimos para deixar Deus criar em nós o que é eficaz, isto é, um coração puro e um espírito inabalável, então transmitiremos vida. Quando a alegria da salvação nos contagia aí seremos contagiantes!

O que nos sustenta é um espírito pronto a obedecer.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

RESTITUIÇÃO

Por Vanderlei do Couto

Quando ouviu que era Jesus de Nazaré, começou a gritar: “Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim”. Marcos 10:47

A visão é um dos cinco sentidos de fundamental importância. Lemos a história do cego Bartimeu que recuperou a visão graças à intervenção de Jesus de Nazaré. Vivia ele sentado à beira do caminho pedindo esmolas, então, quando ouviu que era Jesus de Nazaré, junto a uma grande multidão que saía da cidade de Jericó, clamou por misericórdia e imediatamente foi atendido. Por causa da sua fé Jesus o curou!

Muitos hoje, contrariamente a Bartimeu estão perdendo a visão espiritual e relacional, por quatro atitudes no mínimo. O cego foi curado porque reconheceu que era Jesus quem passava. A pessoa perde a visão quando não se reconhece Jesus na sua existência. A única maneira de manter-se com a visão clara é reconhecendo Jesus como Senhor e salvador da humanidade. Bartimeu estava sentado à beira do caminho, pobre e cego. Muitos assim estão porque continuam sentados à beira do caminho. Jesus é o caminho, a verdade e a vida e ninguém vai ao Pai a não ser por ele. Ficar à beira do caminho significa estar cego, sem esperança de salvação, procurando em outros a satisfação na vida e é claro, nunca encontrarão. Perde-se a visão quando a pessoa continua mendigando, isto é, buscando nos homens a solução que só Jesus tem para dar. Homens podem dar esmolas, Jesus pode tornar a pessoa herdeira da vida eterna.

O pobre Bartimeu clamava e deixou uma lição para quem quer continuar com a visão bem clara. Não deixe de clamar! Clamar é fazer-se ser ouvido. Quando a pessoa deixa de clamar ela vai aos poucos perdendo a visão, perde a visão do perdão dos pecados, da vida abundante em Jesus e a visão da alegria da salvação.

Clame a mim e eu responderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece, palavra dirigida pelo Senhor por intermédio de Jeremias. O tempo de restituição da visão chegou.

Clame ao Senhor em oração e Ele lhe responderá.

domingo, 21 de setembro de 2014

DESLEALDADE

Por Vanderlei do Couto

Contudo, não me invocaste, ó Jacó, mas te cansaste de mim, ó Israel. (Isaías 43:22)

No jogo da vida, a deslealdade do jogador pode custar penalidades tanto na vida pessoal como na coletiva. Já estamos fartos de ver líderes da secularidade e também da vida eclesial levando pessoas à descrença no ser humano e em Deus. São atitudes não louváveis tanto na vida pessoal quanto na espiritual que provocam uma avalanche de censuras culminando no descrédito particular e institucional. Organizações bem fundamentadas são colocadas em descrédito pela negligência de um ou alguns.

Poderia relacionar vários exemplos de deslealdade onde a primazia não é pureza de caráter, contudo, destacarei alguns, julgando-os dignos de apreço.

Primeiro vem a negligência no cuidado pessoal, onde há um apego exagerado ao passado. Saudosistas traem, são infiéis às possibilidades do presente, provocam estagnação de projetos que refletem na vida pessoal e coletiva. É o chamado efeito dominó, um abismo levando a outro. A Palavra da Verdade passada para segundo plano demanda caos absoluto na vida pessoal, relacional e espiritual. Em Isaías 43:19 está escrito: “Eis que realizo uma nova obra, que já está para acontecer. Não percebeste ainda? Porei um caminho no deserto e rios no ermo”. Israel andava negligente consigo mesmo, preso ao passado (43:18), não percebia a nova obra que Deus já estava realizando. Bastaria Israel perceber que a profecia traria bênçãos tremendas aos compatriotas.

Outro ponto é a negligência com os oráculos de Deus vaticinados por Isaías, e isto está claro em (43:22).

Em terceiro lugar está o fato do líder que não invocava a Deus fazendo Israel se apresentar como um povo cansado de seu Criador.

Por maiores que sejam nossos motivos para o desânimo, estes jamais justificarão nossa deslealdade (43:26). Deus comprova seu amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido em nosso benefício quando ainda andávamos no pecado (Romanos 5:8). A nobreza de nossos motivos se comprova na confrontação com a justiça Divina. O Senhor analisa o nosso coração observando se há nele algum sentimento funesto (Salmos 139:23-24).

Deus é fiel e exige de nós lealdade absoluta.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

REI E PROFETA MORREM

Por Vanderlei do Couto


No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo. Isaías 6:1

O profeta Isaías, viveu entre 765 e 681 a.C., durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, sendo contemporâneo à destruição de Samaria pela Assíria e à resistência de Jerusalém ao cerco das tropas de Senaqueribe que sitiou a cidade com um exército de 185 mil assírios em 701 a.C.

A narrativa bíblica de seu chamado ao ministério de profeta data do ano da morte de Uzias, 10º rei de Judá, em 740 a.C.

Não foi somente o Rei Uzias quem morreu; foi também o ano da morte de Isaías, a morte do velho homem, cujo passado foi marcado pela impureza herdada dos costumes de uma sociedade corrompida. Isaías considerou-se impuro para tão nobre missão; e por isso foi tocado nos lábios com a brasa viva tirada do altar por um dos serafins da visão. Morre o velho homem, nasce o novo, ressuscitado pelo Senhor para servir como seu mensageiro à nação. Vai e dize a este povo, foi a ordem do Grande Yahweh.

Isaías foi purificado e capacitado para o ministério; e tudo aconteceu por que ele tivera uma visão correta de Deus. Agora, ele estava em vantagem sobre os demais surdos e cegos quanto ao entendimento do coração. Na humilhação foi elevado.

Por que muitos não conseguem ter essa visão esclarecedora e purificadora hoje? Porque estão assentados no trono no lugar de Deus; dirigem suas vidas sem sequer um grau de devoção; querem ser senhores do que não lhes pertence. Chamam o Filho de Deus de Senhor, Senhor; e não praticam o que ele ensina - Lucas 6:46.

Hoje é o dia em que tudo isso pode mudar. Devolva sua vida ao Rei dos Reis. Isaías teve uma atitude correta diante do Senhor, deixou Deus tocar nele, na sua vida, tocar as suas feridas. Deus quer lhe tocar. Ele tem brasas vivas do altar e quer reavivar seus sonhos, projetos e principalmente sua relação com espiritual com a eternidade.

Desça do trono e devolva o controle a Jesus.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

GERANDO UM FILHO DE DEUS

Por Vanderlei do Couto

“A tristeza segundo Deus não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz morte”. II Coríntios 7:10

Tenho percebido que desde o século passado, à medida que novas gerações vêm surgindo com o conforto da modernidade à ela disponibilizado, proporcionalmente o Evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo vem sendo banalizado. O Espírito santo já alertou por meio do apóstolo João, à todos que têm acesso a Palavra da Verdade, que, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.

A convicção de pecado é uma das experiências mais raras que os homens têm. Jesus Cristo disse que o Espírito Santo convence o homem do pecado. Quando o Espírito Santo desperta a consciência de uma pessoa e a conduz à presença de Deus, o único relacionamento com que ela se preocupa naquele momento é seu relacionamento com Deus.

Quando uma pessoa se arrepende de seus pecados e é perdoada, a prova de seu perdão é que ela se torna o oposto do que fora. Isso só pode acontecer quando ela declara com sinceridade, pequei! As dores do arrependimento vão de encontro com sua dignidade. Há uma verdadeira colisão dentro de si, que a pessoa começa a lutar contra a morte da velha criatura, uma agonia gerada pelo Espírito Santo, e é justamente nesse ponto que o Filho de Deus é gerado.

Até o arrepender-se é uma dádiva de Deus. O Espírito Santo é quem convence o homem do pecado, então, ninguém se arrepende na hora que bem quiser. A santidade é inconscientemente gerada no coração humano, produzindo uma consciência de pecado tal, que chega a gerar tristeza. É a tristeza segundo Deus, que não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação. Hebreus 10:14 “Porque, por meio de um, único sacrifício, ele aperfeiçoou para sempre os que estão sendo santificados”.

Nós não podemos; O Senhor é quem nos santifica.

domingo, 7 de setembro de 2014

DISCÍPULOS OU ADMIRADORES?

Por Vanderlei do Couto

Pedro, porém, levantando-se, correu ao sepulcro, e, abaixando-se, viu só os lenços ali postos; e retirou-se, admirando consigo aquele caso. Lucas 24:12

Jesus, tem muitos admiradores, porém, verdadeiros discípulos são seletos. Muitos são chamados, porém, poucos os escolhidos. Pedro, amigo íntimo de Jesus, ouviu o relato das mulheres que encontraram o sepulcro vazio por conta de Sua ressurreição, mas ao constatar a veracidade, admirou consigo aquele caso. Jesus precisou depois da ressurreição, confrontar o amor de Pedro por Ele. Nem sempre os que admiram Jesus são seus autênticos discípulos. Analisemos a postura dos admiradores.

Admiradores parecem espirituais, mas são carnais. Pedro foi aquele que quando Cristo perguntou sobre sua identidade respondeu, “És o Cristo de Deus”, mas na hora de revelar-se discípulo para quem lhe perguntara, negou veementemente.

Admiradores estão sempre prontos, porém não preparados. Pedro replicou: “Senhor! Estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão quanto para a morte”. Predisse-lhe Jesus, “Antes que o galo cante hoje, três vezes negarás que me conheces”. Eles agem impulsivamente, irracionalmente Pedro cortou a orelha do soldado com sua espada na ocasião da prisão de Jesus, mas na hora da dificuldade ficou de longe. O verdadeiro discípulo não só admira o Mestre, mas é compromissado com Ele, e isso acontece primeiramente no encontro com Jesus. Pela terceira vez, apareceu Jesus aos seus discípulos depois de haver ressuscitado dos mortos. Após tomarem o desjejum, Ele questionou a Simão Pedro: “Tu me amas mais do que estes outros? Respondeu ele: “Sim, Senhor, Tu sabes que te amo.” Jesus o encarregou: “Pastoreia as minhas ovelhas”. O verdadeiro discípulo não diz o que gostaria de fazer, Jesus é quem diz o que precisa ser feito – João 21:15-17.

O que Jesus nos ensina hoje é uma mudança de atitude. Não fomos chamados para ficar admirando a obra de Jesus por intermédio da Igreja na ação do Espírito Santo. Ele convida todos os cristãos a reverem suas vidas e a mudarem suas atitudes, mudando a postura diante dos grandes desafios.


 O Senhor é Deus zeloso. Cuide dos interesses dEle com amor e submissão.

domingo, 31 de agosto de 2014

UNIDADE DE CONSERVAÇÃO

Por Vanderlei do Couto

Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Efésios 4:3

Unidade de conservação, nome dado a cada parque nacional ou estadual. Os ambientalistas, com razão, fazem todo o esforço para conservá-los intactos, pois cada parque conservado não trata apenas da preservação de paisagismo, beleza natural, embora isso seja importante. Trata-se da conservação da fonte de oxigenação e mananciais vitais para toda a humanidade; conservação da fauna e da flora do planeta; poderíamos enumerar muitos outros benefícios inseridos no pacote de conservação da mata atlântica. No reino natural importa que cada ser humano preocupe-se com temas que ameaçam levar o planeta ao caos. E no reino espiritual?

A Palavra de Deus fala a respeito do esforço que deve-se empreender para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Creio que, se o esforço na conservação do meio ambiente é necessário para a manutenção da vida no planeta, não dá para deixar por menos e até devamos multiplicar todo esforço para conservar a unidade do Espírito.

Aproximando-se o tempo em que seria elevado aos céus, Jesus partiu resolutamente em direção a Jerusalém. E enviou mensageiros à frente, os quais entraram num povoado samaritano para fazer-lhes os preparativos; mas o povo dali não o recebeu porque se notava que ele se dirigia para Jerusalém.Tiago e João perguntaram: “Senhor, queres que façamos cair fogo do céu para destruí-los?” Jesus os repreendeu dizendo: “Vocês não sabem de que espécie de espírito são, pois o Filho do homem não veio para destruir a vida, mas para salvá-los”.

Sabemos muito bem nos unir para tantos fins, a maioria com louvor, pois levam a resultados cujo benefício é coletivo, mas raramente nos unimos para conservar a UNIDADE DO ESPÍRITO. A Palavra afirma que a unidade do Espírito tem como finalidade o vínculo da paz.

À medida em que há um esforço cristão coletivo para conservar a unidade do Espírito, nossa autoridade é ampliada ao anunciarmos a salvação eterna, a paz com Deus encontrada em Jesus.

Administre seus conflitos para que resultem em unidade e paz.