Nas circunstâncias mais propícias, as lâmpadas consagradas não podem iluminar sem azeite; embora brilhem no tabernáculo, precisam ser supridas; ainda que nenhum vento forte sopre contra elas, precisam ser abastecidas. Não era todo tipo de azeite que podia ser usado no serviço do Senhor; um único azeite foi escolhido, ou seja, o melhor azeite de oliveira. Ele vai à mó do lagar do Getsêmani e extrai dele seus suprimentos daquele que foi esmagado naquele jardim. O azeite da graça do evangelho é puro e isento de sedimentos, e consequentemente a luz que dele se supre é clara e brilhante. Nossas igrejas são os candelabros de ouro do Salvador, e, se devem ser luzeiros neste mundo tenebroso, precisam ter muito azeite santo. Oremos por nós mesmos, por nossos ministros e nossas igrejas, para que nunca deixemos faltar o azeite para a luz. Verdade, santidade, alegria, conhecimento, amor, são todos os raios da luz sagrada, mas não podemos manifestá-los, a não ser que em privacidade recebamos o azeite do Espírito Santo."Êxodo 25.6"sexta-feira, 30 de maio de 2008
Azeite para a luz
Nas circunstâncias mais propícias, as lâmpadas consagradas não podem iluminar sem azeite; embora brilhem no tabernáculo, precisam ser supridas; ainda que nenhum vento forte sopre contra elas, precisam ser abastecidas. Não era todo tipo de azeite que podia ser usado no serviço do Senhor; um único azeite foi escolhido, ou seja, o melhor azeite de oliveira. Ele vai à mó do lagar do Getsêmani e extrai dele seus suprimentos daquele que foi esmagado naquele jardim. O azeite da graça do evangelho é puro e isento de sedimentos, e consequentemente a luz que dele se supre é clara e brilhante. Nossas igrejas são os candelabros de ouro do Salvador, e, se devem ser luzeiros neste mundo tenebroso, precisam ter muito azeite santo. Oremos por nós mesmos, por nossos ministros e nossas igrejas, para que nunca deixemos faltar o azeite para a luz. Verdade, santidade, alegria, conhecimento, amor, são todos os raios da luz sagrada, mas não podemos manifestá-los, a não ser que em privacidade recebamos o azeite do Espírito Santo."Êxodo 25.6"segunda-feira, 26 de maio de 2008
DORMINDO ENQUANTO OS VENTOS SOPRAM
O texto de hoje está registrado no livro de Marcos, capítulo 4 e versículos 35 ao 41. Vamos à leitura: Naquele dia, de tardinha, Jesus disse aos discípulos: —Vamos para o outro lado do lago. Então eles deixaram o povo ali, subiram no barco em que Jesus estava e foram com ele; e outros barcos o acompanharam. De repente, começou a soprar um vento muito forte, e as ondas arrebentavam com tanta força em cima do barco, que ele já estava ficando cheio de água. Jesus estava dormindo na parte detrás do barco, com a cabeça numa almofada. Então os discípulos o acordaram e disseram: —Mestre! Nós vamos morrer! O senhor não se importa com isso? Então ele se levantou, falou duro com o vento e disse ao lago: —Silêncio! Fique quieto! O vento parou, e tudo ficou calmo. Aí ele perguntou: —Por que é que vocês são assim tão medrosos? Vocês ainda não têm fé? E os discípulos, cheios de medo, diziam uns aos outros: —Que homem é este que manda até no vento e nas ondas?! Esta história faz-me parar para refletir: “Posso dormir enquanto os ventos sopram?” O sentido de dormir é ficar quieto e sereno. Jesus, enquanto dormia no barco, não demonstrava falta de responsabilidade em relação à situação de perigo trazida pelas forças furiosas da natureza, pelo contrário, ele demonstrou que através da fé nada é tão difícil! Em Jesus encontramos as saídas da vida. Quando guardamos nosso coração (mente) para os seus ensinos, nossa vida está guardada! No livro de Provérbios lemos: “Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos,” (Pv 23.26) e ainda: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida.” (Pv 4.23). Mantendo nossos olhos em seus caminhos e reservando nossa mente para Ele, a vida está sempre guardada, seja qual for a circunstância, mas é preciso agir com sabedoria. Veja a instrução na Palavra de Deus: “A suprema Sabedoria altissonantemente clama de fora; pelas ruas levanta a sua voz. Nas encruzilhadas, no meio dos tumultos, clama; às entradas das portas e na cidade profere as suas palavras: Até quando, ó néscios, amareis a necedade? E vós, escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós, loucos, aborrecereis o conhecimento? Convertei-vos pela minha repreensão; eis que abundantemente derramarei sobre vós meu espírito e vos farei saber as minhas palavras. O que me der ouvidos habitará seguramente e estará descansado do temor do mal.” (Pv 1.20-23; 33). Li uma ilustração e pensei ser interessante para entendermos mais como ter tranqüilidade em meio adversidades. Alguns anos atrás, um fazendeiro possuía terras ao longo do litoral do Atlântico. Ele constantemente anunciava estar precisando de empregados. A maioria de pessoas estavam pouco dispostas a trabalhar em fazendas ao longo do Atlântico. Temiam as horrorosas tempestades que varriam aquela região, fazendo estragos nas construções e nas plantações. Procurando por novos empregados, ele recebeu muitas recusas. Finalmente, um homem baixo e magro, de meia-idade, se aproximou do fazendeiro. - Você é um bom lavrador? perguntou o fazendeiro. - Bem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram, respondeu o pequeno homem. Embora confuso com a resposta, o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou. O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer até o anoitecer e o fazendeiro estava satisfeito com o trabalho do homem. Então, uma noite, o vento uivou ruidosamente. O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião e correu até o alojamento dos empregados. Sacudiu o pequeno homem e gritou, - Levanta! Uma tempestade está chegando! Amarre as coisas antes que sejam arrastadas! O pequeno homem virou-se na cama e disse firmemente, - Não senhor. Eu lhe falei, eu posso dormir enquanto os ventos sopram. Enfurecido pela resposta, o fazendeiro estava tentado a despedi-lo imediatamente. Em vez disso, ele se apressou a sair e preparar o terreno para a tempestade. Do empregado, trataria depois. Mas, para seu assombro, ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos com lonas firmemente presas ao solo. As vacas estavam bem protegidas no celeiro, os frangos nos viveiros, e todas as portas muito bem travadas. As janelas bem fechadas e seguras. Tudo foi amarrado. Nada poderia ser arrastado. O fazendeiro então entendeu o que seu empregado quis dizer, então retornou para sua cama para também dormir enquanto o vento soprava. O Senhor Jesus, assim como lavrador podia dormir enquanto os ventos sopravam. Como conseguir tal façanha? Em primeiro lugar é preciso dispor de maneira que evite (dano, mal); evitar; prevenir. Davi se conduzia com prudência em todos os seus caminhos, e o SENHOR era com ele (I Samuel 18.14). A prevenção, prudência é uma boa maneira de poder dormir, estar sereno quando os ventos sopram. O lavrador já havia se preparado mesmo antes de qualquer sinal de tempestade. O Senhor Jesus tinha consciência de sua missão e nunca se desligava do contato com o Pai. Em segundo lugar esta no fato de que quem confia na ação não precisa temer a reação. Os discípulos reagiram com indignação ao suposto descaso de Jesus para com a preservação da vida. O fazendeiro também ficou indignado quando viu que o lavrador dormia tranquilamente enquanto que seus bens estavam em risco. Tanto Jesus, como o lavrador tinham a certeza que suas ações afastavam qualquer perigo. Por fim, ter equilíbrio e uma boa consciência afasta todo o temor. A Bíblia diz: antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós, tendo uma boa consciência, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom procedimento em Cristo, porque melhor é que padeçais fazendo o bem (se a vontade de Deus assim o quer) do que fazendo o mal. Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito (I Pedro 3.15-18). Quando se está preparado espiritualmente, mentalmente e fisicamente, você não tem nada a temer. Você pode dormir enquanto os ventos sopram em sua vida? Espero que você durma bem! "Em paz me deito e logo adormeço, pois só tu, Senhor, me fazes viver em segurança." (Salmo 4.8)quinta-feira, 22 de maio de 2008
PASSAR O DIA DE BOM OU MAL HUMOR?
A VIDA CONSISTE EM ESCOLHAS
Mauro era um tipo de pessoa que todos adorariam conhecer. Ele sempre estava de bom humor e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém lhe perguntava: "Como vai você?", ele respondia: "Melhor que isso, só dois disso!". Um dia perguntei-lhe:- Como você consegue ser uma pessoa tão positiva o tempo todo? - Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: Mauro, hoje você tem duas escolhas: ficar de bom humor ou ficar de mal humor. Então, eu escolho ficar de bom humor. E repito esta decisão o dia inteiro, a cada instante. Se alguém me irrita ou reclama de alguma coisa, seja do jeito certo ou não, eu escolho continuar de bom humor e tentar ver o lado positivo da situação.
- Mas, não e tão fácil assim, Mauro!- É fácil, sim! A vida consiste em escolhas.As palavras de Mauro não eram vazias. Ele realmente havia decidido viver de bem com a vida, e isso ficou muito bem estabelecido quando Mauro foi assaltado e levou três tiros. Por sorte, foi socorrido à tempo.Ele conta que naquela hora tomou duas decisões:A primeira decisão que tomou, foi que queria viver, fosse como fosse. Mesmo que ficasse paralítico, não iria desistir da vida (essa sua obstinação facilitou o serviço de toda a equipe médica que o atendeu).A segunda decisão, foi que iria passar aqueles terríveis momentos do melhor jeito que lhe fosse possível, e foi isso mesmo que ele fez. Quando os paramédicos lhe perguntaram se era alérgico à alguma coisa, Mauro, apesar de estar sangrando e gravemente ferido, fez com que todos caíssem na risada:- Sou alérgico a bala!
Mauro era um tipo de pessoa que todos adorariam conhecer. Ele sempre estava de bom humor e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém lhe perguntava: "Como vai você?", ele respondia: "Melhor que isso, só dois disso!". Um dia perguntei-lhe:- Como você consegue ser uma pessoa tão positiva o tempo todo? - Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: Mauro, hoje você tem duas escolhas: ficar de bom humor ou ficar de mal humor. Então, eu escolho ficar de bom humor. E repito esta decisão o dia inteiro, a cada instante. Se alguém me irrita ou reclama de alguma coisa, seja do jeito certo ou não, eu escolho continuar de bom humor e tentar ver o lado positivo da situação.
- Mas, não e tão fácil assim, Mauro!- É fácil, sim! A vida consiste em escolhas.As palavras de Mauro não eram vazias. Ele realmente havia decidido viver de bem com a vida, e isso ficou muito bem estabelecido quando Mauro foi assaltado e levou três tiros. Por sorte, foi socorrido à tempo.Ele conta que naquela hora tomou duas decisões:A primeira decisão que tomou, foi que queria viver, fosse como fosse. Mesmo que ficasse paralítico, não iria desistir da vida (essa sua obstinação facilitou o serviço de toda a equipe médica que o atendeu).A segunda decisão, foi que iria passar aqueles terríveis momentos do melhor jeito que lhe fosse possível, e foi isso mesmo que ele fez. Quando os paramédicos lhe perguntaram se era alérgico à alguma coisa, Mauro, apesar de estar sangrando e gravemente ferido, fez com que todos caíssem na risada:- Sou alérgico a bala!
Autor desconhecido
domingo, 18 de maio de 2008
INSTRUMENTO DE DEUS
O tipo de instrumento que Deus procura usar para efetuar seus propósitos.O instrumento há de ser escolhido. A escolha implica numa seleção rigorosa. Alguém, por exemplo, que esteja sempre se preparando para o combate está na mira do Senhor. Alguém que se ocupa como intercessor também é alvo para a instrumentalidade de Deus. Muitos são chamados, mas poucos, escolhidos. O instrumento há de ser piedoso. O piedoso é aquele que sempre honra a Deus com suas orações e ações. O piedoso tem bom testemunho de todos que o cercam. Ele demonstra com atitudes total dependência de Deus. Quando Deus escolheu Zacarias e Izabel para serem os pais de João Batista, certamente levou em consideração a vida piedosa do casal. Preste atenção à leitura do texto bíblico:
5 Quando Herodes era o rei da terra de Israel, havia um sacerdote chamado Zacarias, que era do grupo dos sacerdotes de Abias. A esposa dele se chamava Isabel e também era de uma família de sacerdotes. 6 Esse casal vivia a vida que para Deus é correta, obedecendo fielmente a todas as leis e mandamentos do Senhor. 7 Mas não tinham filhos porque Isabel não podia ter filhos e porque os dois já eram muito velhos. 8 Certo dia no Templo de Jerusalém, Zacarias estava fazendo o seu trabalho de sacerdote, pois era a sua vez de fazer aquele trabalho diário. 9 Conforme o costume dos sacerdotes, ele havia sido escolhido por sorteio para queimar o incenso no altar e por isso entrou no Templo do Senhor. 10 Durante o tempo em que o incenso queimava, o povo lá fora fazia orações. 11 Então um anjo do Senhor apareceu em frente de Zacarias, de pé, do lado direito do altar. 12 Quando Zacarias o viu, ficou com medo e não sabia o que fazer. 13 Mas o anjo lhe disse: —Não tenha medo, Zacarias, pois Deus ouviu a sua oração! A sua esposa vai ter um filho, e você porá nele o nome de João. 14 O nascimento dele vai trazer alegria e felicidade para você e para muita gente, 15 pois para o Senhor Deus ele será um grande homem. Ele não deverá beber vinho nem cerveja. Ele será cheio do Espírito Santo desde o nascimento 16 e levará muitos israelitas ao Senhor, o Deus de Israel. 17 Ele será mandado por Deus como mensageiro e será forte e poderoso como o profeta Elias. Ele fará com que pais e filhos façam as pazes e que os desobedientes voltem a andar no caminho direito. E conseguirá preparar o povo de Israel para a vinda do Senhor. (Lucas 1.5-17)
Se você tem tido uma comunhão com Deus e com os irmãos acima de qualquer suspeita aguarde... Você já é um instrumento de Deus! Ele vai te usar a qualquer momento. Ainda que a situação não pareça nada favorável, lembre-se de Zacarias e Izabel, avançados em idade, sem filhos, ela estéril, mas Deus os usou para efetuar seus propósitos.
Os planos do Senhor nunca serão frustrados...
Fique na bênção e na paz do Senhor Jesus Cristo...
quarta-feira, 7 de maio de 2008
A Ostra e A Pérola
A Ostra e A Pérola “Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas"... Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR. Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada... Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas? Você já sofreu os duros golpes do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença? ENTÃO, PRODUZA UMA PÉROLA!!! Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias”, não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, fala mais que mil palavras..
domingo, 13 de abril de 2008
ENTENDENDO A RAZÃO... Parte Final
Chegamos à nossa conclusão.
Jó existiu para a “santificação”, projetando em sua vida o louvor e adoração a Deus. Vimos também que sua existência trouxe “instrução” a muitos e o seu exemplo até hoje fala aos corações. Teve ele a oportunidade de “fortalecer mãos fracas” e teve “palavras de firmeza!” Talvez seja o momento de repensar alguns conceitos referentes à nossa existência. Viver pelo simples motivo de viver não faz sentido. O verdadeiro motivo de existirmos é para santificação que é louvor ao Criador. Ele nos santifica por intermédio de seu Espírito que habita em todos os cristãos nascidos de novo. O Espírito Santo em nós é a presença permanente do Senhor Jesus Cristo, único Filho de Deus, o qual se entregou à morte para nos redimir de nossos pecados. Deus, O Pai, o ressuscitou para que nele tenhamos a vida abundante. Vida dotada dos seus dons, talentos e virtudes. Em Cristo somos livres da escravidão. Quem lê, entenda! Nossa vida pode instruir a muitos se formos instruídos em sua doutrina. A palavra de Deus nos purifica e é comparada por Paulo, o apóstolo, a “água”. Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível (Efésios 5.25-27). Maravilhoso é viver com motivos! Outrora sujos; agora limpos e santificados. Nossa vida pode instruir a muitos, dar direção a quem está perdido, mostrar o caminho da salvação a tantos quantos desejarem sair da vida mesquinha e egoísta. Transmitir segurança de quem é cristão autêntico. Ter a oportunidade de fortalecer as mãos fracas de alguém que se sinta inútil, motivando tal pessoa a se despertar e sentir-se importante. Sentir-se “alguém”! Alguém respeitável e de grande valor. Nossa palavra tem firmeza. Agora santificados, instruindo a muitos, fortalecendo os fracos, nossa palavra também é firme. Ter palavra firme significa ter autoridade naquilo que diz por que vive. Muitos falam muita coisa, porém não dizem nada. O testemunho está comprometido. Jó alcançou testemunho do próprio Deus. Bom é quando não nos gloriamos em nós mesmos. Melhor é ser reconhecido por Deus. Se tivermos a consciência pura, teremos paz com Deus e nossa palavra será de grande autoridade. Sei que não é tão simples, mas se confiarmos em Jesus Cristo alcançaremos testemunho de filhos de Deus. Jó saiu de seu infortúnio não só porque conservou sua integridade, mas também porque acreditou nela e lembrou-se da misericórdia de Deus. Lembrou também do fim dos ímpios e da providência divina. Nos capítulos nove e dez Jó faz confissão da justiça divina e pede alívio para sua miséria e no capítulo onze é exortado ao arrependimento. É preciso parar para repensar a maneira que estamos vivendo. Arrepender-se é voltar atrás! Há momentos que é preciso voltar, rever conceitos, mudar, fazer diferente, quebrar paradigmas, depender mais de Deus, humilhar-se, etc. Seja Jesus Cristo o motivo de nosso viver. Seja Ele a nossa razão. O resultado em se descobrir o motivo da vida, em se lembrar sempre da misericórdia de Deus, em confessar e se arrepender é manifesto na vida do justo. Preste atenção no que diz a palavra de Deus: “Abandone o pecado que mancha as suas mãos e não deixe que a maldade more na sua casa. Então você andará de cabeça erguida, puro, firme e sem medo. Você não lembrará dos seus sofrimentos, que serão como águas passadas que a gente esquece. A sua vida brilhará mais do que o sol do meio-dia, e as suas horas mais escuras serão claras como o amanhecer. Você viverá seguro e cheio de esperança; Deus o protegerá, e você dormirá tranqüilo. Quando você estiver descansando, nada o assustará; e muita gente virá lhe pedir ajuda”. (Jó 11.14-19) Pense: Em que aspectos eu posso mudar a exemplo de Jó? Ore: Para que o Senhor lhe fortaleça na fé, na santificação, na instrução. Que Ele use sua vida para instruir e fortalecer a muitos, e que suas palavras sejam de firmeza com autoridade.
Jó existiu para a “santificação”, projetando em sua vida o louvor e adoração a Deus. Vimos também que sua existência trouxe “instrução” a muitos e o seu exemplo até hoje fala aos corações. Teve ele a oportunidade de “fortalecer mãos fracas” e teve “palavras de firmeza!” Talvez seja o momento de repensar alguns conceitos referentes à nossa existência. Viver pelo simples motivo de viver não faz sentido. O verdadeiro motivo de existirmos é para santificação que é louvor ao Criador. Ele nos santifica por intermédio de seu Espírito que habita em todos os cristãos nascidos de novo. O Espírito Santo em nós é a presença permanente do Senhor Jesus Cristo, único Filho de Deus, o qual se entregou à morte para nos redimir de nossos pecados. Deus, O Pai, o ressuscitou para que nele tenhamos a vida abundante. Vida dotada dos seus dons, talentos e virtudes. Em Cristo somos livres da escravidão. Quem lê, entenda! Nossa vida pode instruir a muitos se formos instruídos em sua doutrina. A palavra de Deus nos purifica e é comparada por Paulo, o apóstolo, a “água”. Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível (Efésios 5.25-27). Maravilhoso é viver com motivos! Outrora sujos; agora limpos e santificados. Nossa vida pode instruir a muitos, dar direção a quem está perdido, mostrar o caminho da salvação a tantos quantos desejarem sair da vida mesquinha e egoísta. Transmitir segurança de quem é cristão autêntico. Ter a oportunidade de fortalecer as mãos fracas de alguém que se sinta inútil, motivando tal pessoa a se despertar e sentir-se importante. Sentir-se “alguém”! Alguém respeitável e de grande valor. Nossa palavra tem firmeza. Agora santificados, instruindo a muitos, fortalecendo os fracos, nossa palavra também é firme. Ter palavra firme significa ter autoridade naquilo que diz por que vive. Muitos falam muita coisa, porém não dizem nada. O testemunho está comprometido. Jó alcançou testemunho do próprio Deus. Bom é quando não nos gloriamos em nós mesmos. Melhor é ser reconhecido por Deus. Se tivermos a consciência pura, teremos paz com Deus e nossa palavra será de grande autoridade. Sei que não é tão simples, mas se confiarmos em Jesus Cristo alcançaremos testemunho de filhos de Deus. Jó saiu de seu infortúnio não só porque conservou sua integridade, mas também porque acreditou nela e lembrou-se da misericórdia de Deus. Lembrou também do fim dos ímpios e da providência divina. Nos capítulos nove e dez Jó faz confissão da justiça divina e pede alívio para sua miséria e no capítulo onze é exortado ao arrependimento. É preciso parar para repensar a maneira que estamos vivendo. Arrepender-se é voltar atrás! Há momentos que é preciso voltar, rever conceitos, mudar, fazer diferente, quebrar paradigmas, depender mais de Deus, humilhar-se, etc. Seja Jesus Cristo o motivo de nosso viver. Seja Ele a nossa razão. O resultado em se descobrir o motivo da vida, em se lembrar sempre da misericórdia de Deus, em confessar e se arrepender é manifesto na vida do justo. Preste atenção no que diz a palavra de Deus: “Abandone o pecado que mancha as suas mãos e não deixe que a maldade more na sua casa. Então você andará de cabeça erguida, puro, firme e sem medo. Você não lembrará dos seus sofrimentos, que serão como águas passadas que a gente esquece. A sua vida brilhará mais do que o sol do meio-dia, e as suas horas mais escuras serão claras como o amanhecer. Você viverá seguro e cheio de esperança; Deus o protegerá, e você dormirá tranqüilo. Quando você estiver descansando, nada o assustará; e muita gente virá lhe pedir ajuda”. (Jó 11.14-19) Pense: Em que aspectos eu posso mudar a exemplo de Jó? Ore: Para que o Senhor lhe fortaleça na fé, na santificação, na instrução. Que Ele use sua vida para instruir e fortalecer a muitos, e que suas palavras sejam de firmeza com autoridade.
ENTENDENDO A RAZÃO DE EXISTIR... Terceira Parte
Segundo motivo para a existência de Jó: “Ele existia para instruir a muitos”. Na história do patriarca Jó, encontramos que ele existiu para santificação, adoração e louvor e no capítulo quatro, versículo três encontramos: “Eis que ensinaste a muitos”. Jó existia para instruir a muitos! Instruir significa: Transmitir conhecimentos a; ensinar; adestrar, exercitar. Quando pensamos em transmitir conhecimentos, ensinar, adestrar, exercitar, lembramos do salmista dizendo: “Deus é o que me cinge de força e aperfeiçoa o meu caminho. Adestra as minhas mãos para o combate”. Jó, com a sua sabedoria que consistia no temor do Senhor, foi reconhecido como o homem que instruiu a muitos. A didática de Jó não consistia em palavras persuasivas de sabedoria humana e sim demonstração do poder de Deus. À medida que entendemos que nossa vida pode ensinar a muitos, somos estimulados pelo Espírito de Deus a andarmos no temor do Senhor para que nosso exemplo possa ensinar a muitos. Elifaz disse a Jó: —“Se alguém se aventurar a dizer-lhe uma palavra, você ficará impaciente?” Mas quem pode refrear as palavras? Pense bem! Você ensinou a tantos (segundo motivo de sua existência); fortaleceu mãos fracas (terceiro motivo de sua existência) . Suas palavras davam firmeza aos que tropeçavam (quarto motivo de sua existência); você fortaleceu joelhos vacilantes. Embora Jó estivesse passando por uma prova muito dura, ele trazia em seu caráter a marca de um homem que instruiu a muitos; fortaleceu mãos fracas, ou seja, aqueles que possuíam alguma incapacidade, moral, espiritual, ou de outra natureza, puderam encontrar no modelo Jó, fortalecimento e ânimo para vencerem desafios. Ele teve palavras de firmeza. Seu testemunho de integridade ajudou a muitos. Hoje sua memória ainda fala e instrui a muitos. Você que está tendo a oportunidade de meditar comigo sobre a razão de Jó existir, pare, reflita, considere atentamente, pense: “Minha razão de ser, minha motivação maior tem sido a santificação?” “Sou verdadeiramente um autêntico adorador?” “Meu exemplo está ensinando a muitos e estimulando-os a serem verdadeiros adoradores?” “Tenho sido um suporte para os mais fracos?” “Minhas palavras têm firmeza?” “Elas têm autoridade?” Talvez em muitos de nós esteja faltando alguns valores que faltaram em Jó na hora da adversidade. Faltava-lhe lembranças! Jó precisava lembrar-se das misericórdias de Deus. (Jó 4:7) – “Lembra-te agora qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destruídos?” Quando confiamos em nossa integridade, imediatamente lembramos das misericórdias de Deus e entendemos que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus. Jó precisava lembrar-se do fim dos Ímpios. (Jó 4:8) – “Segundo eu tenho visto, os que lavram iniqüidade, e semeiam mal, segam o mesmo”. (Jó 5:12-14) – “Ele aniquila as imaginações dos astutos, para que as suas mãos não possam levar coisa alguma a efeito. Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos perversos se precipita. Eles de dia encontram as trevas; e ao meio dia andam às apalpadelas como de noite”. Se entendermos a razão de nossa existência e lembrarmos do fim dos ímpios, logo iremos transpor as adversidades sem temor e achar forças para termos bom êxito em toda e qualquer Condição, seja social, ou econômica, ou afetiva, emocional etc. Jó precisava lembrar-se da providência. (Jó 5:8-11; 15-27) – “Porém eu buscaria a Deus; e a ele entregaria a minha causa. Ele faz coisas grandes e inescrutáveis, e maravilhas sem número. Ele dá a chuva sobre a terra, e envia águas sobre os campos. Para pôr aos abatidos num lugar alto; e para que os enlutados se exaltem na salvação. Assim há esperança para o pobre; e a iniqüidade tapa a sua boca. Na velhice irás à sepultura, como se recolhe o feixe de trigo a seu tempo. Eis que isto já o havemos inquirido, e assim é; ouve-o, e medita nisso para teu bem”. Lembra-se, Deus sempre entrará com providência em qualquer situação. Amanhã iremos para a conclusão... Não deixe de meditar na razão de sua existência! Em tudo existe um propósito projetado pelo Criador.
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