RELATO SOBRE A MORTE DE CRISTO
Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo.
Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo.
Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte como aquela.
Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra’.
O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.
Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue. Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.
Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim.
O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira.
Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.
Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.
Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.
Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.
Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável!
Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”.
Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E morre. Em meu lugar e no seu.
Dr. Barbet, médico francês.
Colaboração: Pastor Celso Augusto Saraiva
domingo, 29 de novembro de 2009
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Valor por Excelência
Quinze vezes aparece a idéia de amor nos seis versículos da leitura a seguir; em média duas vezes e meia cada um! 1.ª João 4.7-12 - 7 Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 8 Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. 9 Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. 10 Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 11 Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. 12 Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado. Alguma dúvida sobre o assunto desse texto? Possivelmente seja a maior concentração de amor de toda a Bíblia. Em todo o caso, é até mais do que o famoso “hino de amor” em 1.ª Coríntios 13. Neste, Paulo mostra como nada na vida valerá alguma coisa se não for movido pelo amor. O amor é o valor por excelência (pois é: valor mesmo não é o dinheiro, que surpresa!). Aqui porém João vai à raiz e mostra a própria natureza do amor: o que ele é – e ele afirma que o amor não é nada menos que Deus mesmo: Deus é amor! Vale a pena repetir: ele não diz que Deus tem amor, mas que é amor. Agora podemos entusiasmar-nos com essa grandiosidade, mas pensando bem, ela é um pouco grande demais para nossa mente limitada. Por isso João explica como o amor se expressa: pela disposição de entregar o que se tem de mais precioso em benefício de alguém(ecos de João 3.16 – “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Este versículo de certo modo resume toda a mensagem da Bíblia). Já no versículo em destaque hoje, (1.ª João 2.10 - Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há nenhum tropeço.) João mostra o brilho do amor, quando diz que amar é estar na luz. Quem ama, ilumina seu ambiente, clareia os relacionamentos, evita tropeços, dá segurança e conforto. Pouca coisa é tão assustadora como a escuridão – e por isso João insiste na importância de praticarmos o amor. Bem entendido, não uma paixão qualquer, mas o amor diretamente da fonte, da comunhão com Deus, que nos amou primeiro ao dar seu próprio Filho em nosso favor. Sem essa fonte nada teremos.
O amor não vem de nós, ma sim como a lua ilumina a noite e supera o terror da escuridão porque reflete a luz do sol, o amor de Deus quer irradiar-se por meio de nós para o bem do mundo em que vivemos – mas é preciso expor-se a ele. – RK
Mostramos que conhecemos a Deus amando os outros.
Por Vanderlei do Couto
O amor não vem de nós, ma sim como a lua ilumina a noite e supera o terror da escuridão porque reflete a luz do sol, o amor de Deus quer irradiar-se por meio de nós para o bem do mundo em que vivemos – mas é preciso expor-se a ele. – RK
Mostramos que conhecemos a Deus amando os outros.
Por Vanderlei do Couto
sábado, 22 de novembro de 2008
"Fé Para a Eternidade"
“E eu lhe digo que você é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la. Eu lhe darei as chaves do Reino dos céus; o que você ligar na terra terá sido ligado nos céus, e o que você desligar na terra terá sido desligado nos céus”. Então advertiu a seus discípulos que não contassem a ninguém que ele era o Cristo.
Mateus 16:18-20
Pensamento: O que Jesus estava comunicando a Pedro nesta passagem tem sido alvo de um debate interminável. Mas uma coisa sabemos, a fé de Pedro foi elogiada e reconhecida por Jesus. Sendo de Pedro ou qualquer outro discípulo, esta mesma fé em Jesus é fundamental para a edificação da Igreja. Porém, precisamos sempre lembrar que a pedra angular é Jesus (21:42). Às vezes podemos ficar preocupados com a Igreja, achando que o futuro dela depende de nós. Lembremos que ela foi fundada na pessoa de Jesus Cristo e edificada por Deus. Nenhum tirano, nenhum exército, nenhum movimento religioso ou secular, por maior ou mais fanático que seja, destruirá a obra de Deus. E isso é verdade, não por causa dos homens e mulheres que a compõem, mas, por causa de Jesus - que é o Senhor dEla. Graças a Jesus que ele nos deu a fé nEle que precisamos para fazer parte da igreja, e sobretudo, parte dEle pela eternidade.
Oração: Senhor todo poderoso, quando a minha fé em homens é abalada, quando minhas dúvidas quanto ao meu futuro vêm, ajude-me a lembrar Quem está em controle. Ajude-me a lembrar a Quem eu pertenço e que Ele é capaz de guardar pela eternidade tudo que tenho entregado a Ele. Em nome dEle eu oro e agradeço. Amém.
Dennis Downing é o autor do devocional diário "Jesus disse"
Fonte: http://www.hermeneutica.com.br/
Mateus 16:18-20
Pensamento: O que Jesus estava comunicando a Pedro nesta passagem tem sido alvo de um debate interminável. Mas uma coisa sabemos, a fé de Pedro foi elogiada e reconhecida por Jesus. Sendo de Pedro ou qualquer outro discípulo, esta mesma fé em Jesus é fundamental para a edificação da Igreja. Porém, precisamos sempre lembrar que a pedra angular é Jesus (21:42). Às vezes podemos ficar preocupados com a Igreja, achando que o futuro dela depende de nós. Lembremos que ela foi fundada na pessoa de Jesus Cristo e edificada por Deus. Nenhum tirano, nenhum exército, nenhum movimento religioso ou secular, por maior ou mais fanático que seja, destruirá a obra de Deus. E isso é verdade, não por causa dos homens e mulheres que a compõem, mas, por causa de Jesus - que é o Senhor dEla. Graças a Jesus que ele nos deu a fé nEle que precisamos para fazer parte da igreja, e sobretudo, parte dEle pela eternidade.
Oração: Senhor todo poderoso, quando a minha fé em homens é abalada, quando minhas dúvidas quanto ao meu futuro vêm, ajude-me a lembrar Quem está em controle. Ajude-me a lembrar a Quem eu pertenço e que Ele é capaz de guardar pela eternidade tudo que tenho entregado a Ele. Em nome dEle eu oro e agradeço. Amém.
Dennis Downing é o autor do devocional diário "Jesus disse"
Fonte: http://www.hermeneutica.com.br/
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
"Os olhos de quem vê"
"Os olhos de quem vê"
Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres., Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo. O menino respondeu: - É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim. No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles. Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos televisão e dormimos.
,Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefato, sem graça e envergonhado. O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou: - Obrigado papai, por me haver mostrado o quanto nós somos pobres ! MORAL DA HISTÓRIA Não é o que você é, o que você tem, onde está ou o que faz, que irá determinar a sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto ! Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas , então... Você tem tudo!
autor desconhecido
,Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefato, sem graça e envergonhado. O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou: - Obrigado papai, por me haver mostrado o quanto nós somos pobres ! MORAL DA HISTÓRIA Não é o que você é, o que você tem, onde está ou o que faz, que irá determinar a sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto ! Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas , então... Você tem tudo!
autor desconhecido
domingo, 26 de outubro de 2008
SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO OBSERVADO (a)!
O pastor de uma igreja decidiu observar as pessoas que entravam para orar.
A porta se abriu e um homem de camisa esfarrapada adentrou pelo corredor central.
O homem se ajoelhou, inclinou a cabeça, levantou-se e foi embora.
Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena se repetia.
Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita.
A curiosidade do pastor crescia e também o receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar o que fazia ali.
O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, num outro bairro da cidade e que se chamava Jim.
Disse que o almoço havia sido há meia hora atrás e que reservava o tempo restante para orar, que ficava apenas alguns momentos porque a fábrica era longe dali.
E disse a oração que fazia:
'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'
O pastor, um tanto aturdido, disse que ele seria sempre bem-vindo e que viesse à igreja sempre que desejasse.
'É hora de ir' - disse Jim sorrindo.
Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.
O pastor ajoelhou-se diante do altar, de um modo como nunca havia feito antes.
Teve então, um lindo encontro com Jesus.
Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do velho homem...
'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias.
"Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando."
Certo dia, o pastor notou que Jim não havia aparecido.
Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado. Foi à fábrica perguntar por ele e descobriu que estava enfermo.
Durante a semana em que Jim esteve no hospital, a rotina da enfermaria mudou. Sua alegria era contagiante.
A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como Jim não recebia flores, telefonemas, cartões de amigos, parentes... Nada!
Ao encontrá-lo, o pastor colocou-se ao lado de sua cama. Foi quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:
- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar!!
Parecendo surpreso, o velho virou-se
para o pastor e disse com um largo sorriso:
- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas desde que estou aqui, sempre ao meio-dia ELE VEM! Um querido amigo meu, que se senta bem junto a mim, Ele segura minha mão, inclina-se em minha direção e diz:
"Eu vim só pra lhe dizer quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos." Gosto de ouvir sua oração e penso em você todos os dias.
Agora sou eu quem o está observando... e cuidando! '
Jesus disse: "Se vós tendes vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai."
Jesus é sempre o melhor amigo.
SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO OBSERVADO (a)!
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Pérola Para Hoje
"Mas Deus prova seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." Romanos 5.8
O Espírito Santo sempre aponta para Jesus, a prova viva do amor de Deus para conosco. Quando José, o filho predileto de Jacó, foi vendido por seus irmãos ciumentos a uma caravana de viajantes para o Egito, ele mal podia imaginar que Deus só tinha intenções boas e amorosas para com ele. Mas em José, que foi vendido por vinte moedas de prata, Deus nos mostrou a Jesus Cristo, que foi vendido por trinta moedas de prata milhares de anos mais tarde. Que profundo mistério profético: "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para o que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." Isso Deus quer alcançar também em sua vida, levando você a dizer sim aos caminhos difíceis e às dificuldades que Ele permite acontecerem a você. Em outras palavras: por meio de você, Ele quer apontar para Jesus Cristo, e desta maneira revelar Seu insondável amor ao mundo à sua volta. Foi isso que Paulo quis dizer quando exclamou: "...meus filhos, por quem de novo sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós." Nessas palavras vemos que é nosso dever nos tornar de tal modo semelhantes a Jesus Cristo, que concordemos de bom gosto, com calma e alegria, com cada caminho em que Deus nos coloca, a fim de que o Seu amor seja manifesto.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
O Espírito Santo sempre aponta para Jesus, a prova viva do amor de Deus para conosco. Quando José, o filho predileto de Jacó, foi vendido por seus irmãos ciumentos a uma caravana de viajantes para o Egito, ele mal podia imaginar que Deus só tinha intenções boas e amorosas para com ele. Mas em José, que foi vendido por vinte moedas de prata, Deus nos mostrou a Jesus Cristo, que foi vendido por trinta moedas de prata milhares de anos mais tarde. Que profundo mistério profético: "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para o que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." Isso Deus quer alcançar também em sua vida, levando você a dizer sim aos caminhos difíceis e às dificuldades que Ele permite acontecerem a você. Em outras palavras: por meio de você, Ele quer apontar para Jesus Cristo, e desta maneira revelar Seu insondável amor ao mundo à sua volta. Foi isso que Paulo quis dizer quando exclamou: "...meus filhos, por quem de novo sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós." Nessas palavras vemos que é nosso dever nos tornar de tal modo semelhantes a Jesus Cristo, que concordemos de bom gosto, com calma e alegria, com cada caminho em que Deus nos coloca, a fim de que o Seu amor seja manifesto.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
O Cristão e a Política
O Cristão e a Política
Pr. José Reinaldo
Sei que este assunto de política e religião é muito polêmico, e, muitas pessoas têm me perguntado a respeito do voto e dos candidatos evangélicos.
Primeiro gostaria de deixar explicitado que é lícito que o homem que serve a Deus participe do pleito eleitoral, ele está debaixo das leis que rege o país com direitos e deveres. Temos bons profissionais Cristãos, Médicos, Advogados, Juízes, Peritos e muitos outros, e por quê, não ter também, bons políticos Cristãos?
Não podemos confundir a missão da igreja, anunciar o Evangelho do Reino “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” Mc 16;15. Todos os povos, nações, onde houver uma pessoa, independente da cultura, cor, classe social, faixa etária, pregai o evangelho. Isso é igreja.
A política tem outro papel, pela democracia, escolher entre o povo, pelo voto direto, pessoas capacitadas para administrar e fazer leis para uma nação.
Não podemos votar numa pessoa “não capacitada” para administrar ou fazer leis para o país, só porque leva um rótulo de evangélico. Qualquer irmão que sentiu o chamado e se julga capaz para um cargo eletivo, deve sim, procurar um partido político e colocar seu nome a disposição para a sociedade escolher pelo voto democrático.
Estaremos votando em pessoas para administrar e fazer leis para o nosso país, não é para representar a igreja e nem tampouco, usar o nome da igreja.
Vamos meditar:
1- Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; Fl 2:3a.Precisamos pensar, por quê sou candidato? O que eu quero com esta candidatura?
2- De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; Fl 2:5-7.O candidato cristão precisa tomar o exemplo de Cristo e esvaziar da sua posição na igreja e ser semelhante aos demais candidatos não cristãos. Não se pode usar a função ministerial para angariar votos.
Pode ser um homem de Deus, (excelente Pastor, Missionário, etc) e não possuir nenhuma capacidade de legislar ou de administrar um país, da forma que precisa administrado.
Aconselhamos os candidatos cristãos a retirar a função eclesiástica vinculada ao nome o qual vai concorrer o pleito eleitoral. Vejamos este exemplo: Candidato Pastor Fulano da igreja tal. Passa a ser candidato Fulano. E sendo eleito, espero que muitos sejam, será o Prefeito ou Vereador Fulano.
3- Porque todos tropeçamos em muitas coisas; Tg 3:2a.Não podemos penalizar a igreja e a nossa vida espiritual pelos resultados de nossas atitudes em função do cargo. O cargo político expõe demais a vida daquele que pleiteia a vida pública. O próprio nome diz “vida pública”.
Aos irmãos que sentiram, no peito, o chamado, vocação para a política, boa sorte, e, nós ficamos aqui, torcendo, para que o Nome de Jesus Cristo seja glorificado através de suas vidas.
Pr. José Reinaldo
Sei que este assunto de política e religião é muito polêmico, e, muitas pessoas têm me perguntado a respeito do voto e dos candidatos evangélicos.
Primeiro gostaria de deixar explicitado que é lícito que o homem que serve a Deus participe do pleito eleitoral, ele está debaixo das leis que rege o país com direitos e deveres. Temos bons profissionais Cristãos, Médicos, Advogados, Juízes, Peritos e muitos outros, e por quê, não ter também, bons políticos Cristãos?
Não podemos confundir a missão da igreja, anunciar o Evangelho do Reino “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” Mc 16;15. Todos os povos, nações, onde houver uma pessoa, independente da cultura, cor, classe social, faixa etária, pregai o evangelho. Isso é igreja.
A política tem outro papel, pela democracia, escolher entre o povo, pelo voto direto, pessoas capacitadas para administrar e fazer leis para uma nação.
Não podemos votar numa pessoa “não capacitada” para administrar ou fazer leis para o país, só porque leva um rótulo de evangélico. Qualquer irmão que sentiu o chamado e se julga capaz para um cargo eletivo, deve sim, procurar um partido político e colocar seu nome a disposição para a sociedade escolher pelo voto democrático.
Estaremos votando em pessoas para administrar e fazer leis para o nosso país, não é para representar a igreja e nem tampouco, usar o nome da igreja.
Vamos meditar:
1- Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; Fl 2:3a.Precisamos pensar, por quê sou candidato? O que eu quero com esta candidatura?
2- De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; Fl 2:5-7.O candidato cristão precisa tomar o exemplo de Cristo e esvaziar da sua posição na igreja e ser semelhante aos demais candidatos não cristãos. Não se pode usar a função ministerial para angariar votos.
Pode ser um homem de Deus, (excelente Pastor, Missionário, etc) e não possuir nenhuma capacidade de legislar ou de administrar um país, da forma que precisa administrado.
Aconselhamos os candidatos cristãos a retirar a função eclesiástica vinculada ao nome o qual vai concorrer o pleito eleitoral. Vejamos este exemplo: Candidato Pastor Fulano da igreja tal. Passa a ser candidato Fulano. E sendo eleito, espero que muitos sejam, será o Prefeito ou Vereador Fulano.
3- Porque todos tropeçamos em muitas coisas; Tg 3:2a.Não podemos penalizar a igreja e a nossa vida espiritual pelos resultados de nossas atitudes em função do cargo. O cargo político expõe demais a vida daquele que pleiteia a vida pública. O próprio nome diz “vida pública”.
Aos irmãos que sentiram, no peito, o chamado, vocação para a política, boa sorte, e, nós ficamos aqui, torcendo, para que o Nome de Jesus Cristo seja glorificado através de suas vidas.
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